Nunes Marques e Dias Toffoli votaram a favor da realização presencial dos cultos e missas. Já Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Luiz Fux se posicionaram contra a liberação.

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